domingo, 22 de janeiro de 2012

Antena nacional levará internet a carros de polícia e Bombeiros


Antena móvel
A primeira antena totalmente brasileira para aplicações na área de segurança pública - na faixa de 4,9 GHz - foi desenvolvida pelo CPqD, em Campinas (SP).
A nova antena de 4,9 GHz é o primeiro resultado concreto do projeto Radiofrequência para Redes Sem Fio Banda Larga Aplicadas à Segurança Pública, que vem sendo desenvolvido no CPqD com apoio do Fundo Nacional para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), do Ministério das Comunicações.
Seu desenvolvimento aproveitou o conhecimento tecnológico acumulado pelo CPqD em um projeto anterior, na área de sistemas WiMAX (padrão IEEE 802.16-2005), e contemplou sua adequação a aplicações em segurança pública - polícia, bombeiros, defesa civil, entre outros.
A antena manterá uma conexão a partir de um terminal - estação rádio base -, permitindo o acesso à internet banda larga diretamente dessas unidades.
Isso dará acesso a mapas de localização e rastreamento, permitirá a troca de imagens e o acesso a bancos de dados da polícia, por exemplo.

Rádios MIMO
O uso da faixa de frequência de 4,9 GHz para esse tipo de aplicação é uma recomendação recente da União Internacional de Telecomunicações (UIT), para todo o mundo.
A nova antena é adequada para aplicações em rádios com tecnologia MIMO (multiple-input and multiple-output), com grande potencial de adoção nas redes móveis de quarta geração (4G).
Os rádios MIMO utilizam múltiplas antenas tanto no transmissor como no receptor, de modo a melhorar a qualidade e o desempenho da comunicação.
Mesmo tendo sido desenvolvida para operar na faixa de 4,9 GHz, a nova antena pode ser adaptada para outras faixas de frequência, podendo até mesmo se tornar uma opção para o Programa Nacional de Banda Larga.
A tecnologia já foi licenciada e as primeiras unidades serão colocadas no mercado pela TSM Antennas, de Santa Maria (RS).


SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Antena nacional levará internet a carros de polícia e bombeiros. 10/01/2012. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=antena-nacional-internet-carros-policia-bombeiros. Capturado em 22/01/2012. 


sábado, 21 de janeiro de 2012

Radioamadores pedem proteção contra interferência causada por lâmpadas de LED.


Representantes do setor de radioamador estiveram reunidos nesta quarta, 18, com o ministro Paulo Bernardo e representantes da Anatel para discutir como driblar a interferência que certos produtos causam neste tipo de comunicação.
A insatisfação dos radioamadores recai sobre os equipamentos que usam lâmpadas de LED que, segundo eles, emitem frequências que interferem na comunicacão do radioamadorismo. "Colocamos para o ministro a necessidade de adaptar o marco regulatório à realidade atual", afirma o membro do grupo de radioamador Araucária de DX, Atilano Sobrinho.
Além das lâmpadas de LED, que hoje começam a ser usadas na iluminação pública e nos semáforos, alguns equipamentos chineses emitem radiofrequência que interefere na comunicação dos radioamadores. Segundo Sobrinho, é preciso que o Minicom, junto com Inmetro e Anatel, estabeleçam parâmetros seguros para emissão de radiofrequência desses equipamentos.
Os radioamadores também colocaram a necessidade de se reduzir o imposto de importação para que seja possível aumentar o número de 35 mil radioamadores no País. Segundo eles, os equipamentos para a atividade são importados.
A preocupação, segundo ele, também é compartilhada pela Associação Brasileria de Emissoras de Rádio e TV (Abert), com quem os radioamadores estiveram reunidos mais cedo. Sobrinho menciona que algumas lâmpadas ou equipamentos como liquidificadores têm causado interferência no sinal das redes de rádio e TV.
Os radioamadores utilizam frequência licenciada, embora não precisem passar por nenhum processo licitatório para utilizá-las. Também recolhem as taxas de fiscalização do Fistel.



FONTE - TELE TIME. 18/01/2012. Radioamadores pedem proteção contra interferência causada por lâmpadas de LED. Online. Disponível em http://www.teletime.com.br/18/01/2012/radioamadores-pedem-protecao-contra-interferencia-causada-por-lampadas-de-led/tt/258398/news.aspx . Capturado em 21/01/2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DOAÇÃO DE SANGUE



Um pequeno passo que pode salvar Vidas.


Atenção macanudos, bikers e a turma em geral da cidade do Rio de Janeiro e adjacências peço a colaboração de todos para DOAÇÃO DE SANGUE e assim ajudarem a salvar uma vida. 
Se você pensa que doi esqueça, é uma simples piacada e nada mais. Se está com medo de perder o dia no trabalho saiba que será abonado  (art. 473 da CLT). O melhor de tudo é que você estará ajudando a salvar no mínimo uma vida e isso é sinal de AMOR.
Um breve relato a todos. No ano passado perdi o meu pai e sei a enorme dor que senti. Este cidadão que precisa do seu SANGUE encontra-se em estado grave, ele é pai, filho, avô, chefe de família, amigo, colega, irmão, tio, trabalhador, ele é nosso irmão. Você pode colaborar e com isso trazer felicidade para todos aqueles que estão em sua volta. DOE SANGUE, DOE VIDA, DOE ESPERANÇA, DOE AMOR.

"Faça pelo próximo aquilo que gostaria que fizessem por Ti."


Doar no Hospital do Carmo
Rua do Riachuelo, n° 43 - Centro (próximo aos arcos da Lapa)

Para:
Hospital CEMERU de Santa Cruz
Carlos Augusto Rangel Covas

sábado, 14 de janeiro de 2012

Isso é Radioamadorismo de Verdade

Em busca dos desaparecidos.
Ong Areia tem a missão de localizar pessoas por meio das ondas de rádio.
Na pequena sala da casa de Zinho Uirapuru, o equipamentode radioamador é peça- chave em um trabalho árduo e de muita persistência: localizar pessoas desaparecidas. Em 1998, ele fundou a Ong Areia (Agrupamento de Rádio Emissão Independente de Araraquara) e a partir daí passou a dedicar sua vida a ajudar famílias a reencontrar entes queridos. Nesses anos todos, mais de cinco mil pessoas foram localizadas. Para isso, Zinho conta com colaboradores voluntários no Brasil e em outros países, como Estados Unidos, México e França. No total, são sete mil pessoas – duas mil no exterior – que colaboram com o trabalho.
Tudo começou quando ele comprou seu radioamador e conseguiu localizar o cachorro de uma menina do bairro. “A garota estava doente, ninguém sabia qual era o diagnóstico.Ela melhorou depois de reencontrar o animal”, relembra, com carinho. Em seguida, conseguiu trazer emédios da Argentina para um paciente na cidade. Foi aí que ele percebeu que era possível localizar pessoas desaparecidas, utilizando o equipamento. Primeiro localizou um idoso que sofria de Alzheimer (doença que causa progressiva perda de memória e do sentido de orientação),  depois começou a encontrar andarilhos em São Paulo. Mais recentemente, lembra ele, a Ong promoveu o encontro de uma mãe que havia se separado do filho há 56 anos. São exemplos de casos que Zinho acompanha envolvendo crianças, adultos ou idosos. “E, infelizmente, muitas pessoas são encontradas  Observamos que muitos pais que nos procuram não sabem com quem seus filhos andam. E muitos deles estão envolvidos com drogas”, alerta. A Ong recebe de 35 a 40 pedidos por dia; metade é de pessoas que vêm até a casa do Zinho. E como muitas delas não têm condições de se manter na cidade, ele acaba fornecendo hospedagem em sua própria residência.
 REGISTRO – José Aparecido dos Reis também é voluntário da Ong Areia, fazendo as fotos e editando os vídeos dos reencontros. Assim, as histórias estão documentadas em 500 DVDs. Emissoras de TV também já acompanharam muitos reencontros. Com isso, o trabalho da Ong é conhecido Brasil afora: “Recebo cerca de 10 mil cartas por ano”, conta Zinho, mostrando a restante abarrotada de correspondências. Hoje,a Areia conta com o apoio de locutores de radio (do Brasil e exterior) e da polícia civil de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Pelos serviços prestados, a Ong já foi até homenageada no 13º Batalhão de Polícia Militar de Araraquara e pela Câmara Municipal.

Dificuldades e planos para aumentar o atendimento.

A Prefeitura ajuda a Ong Areia com selos e cópias dos três mil exemplares de panfletos com fotos das pessoas desaparecidas, que são distribuídos em várias localidades. Zinho diz ainda que o município prometeu um terreno para uma sede própria, mas, enquanto a doação não acontece, ele mantém o trabalho na sua casa. “Eu passo por dificuldades. Minha sala é muito apertada para atender a comunidade da cidade, região e de outros estados que me procuram”, enfatiza.

E o espírito solidário de Zinho Uirapuru é sua inspiração para outros projetos: “Além de achar a pessoa, quero dar mais assistência para as famílias”, adianta, ressaltando que as histórias que ele acompanha são permeadas por muitas dificuldades, principalmente financeiras. “Quero uma verba do governo para ajudar a comunidade. Tenho a ideia de montar salas grandes para dar aulas de computação, dar merenda”, almeja ele, que ainda pretende
transformar a Ong Areia em uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). “Precisamos de mais estrutura para continuar esse atendimento e também conseguir um reconhecimento maior na cidade. Meu trabalho é de formiguinha. Acho que Deus me deu esse dom”, finaliza o fundador da Ong Areia.
Por Patricia piacentini




Ong. A.R.E.I.A.” – Agrupamento de Rádio Emissão Independente de Araraquara.
CNPJ: 01.508.913/0001-86 – “Ajude da forma que você puder; faça a diferença.

A Ong “A.R.E.I.A.” foi fundada por José Aparecido Pessetti (Agrupamento de Rádio Emissão Independente de Araraquara): CNPJ: 01.508.913/0001-86 – Registro na Anatel 04/04/1988 – Prefixo PX2H-5544, estação base freqüência 27.595.00, canal 59, email: grupoareia_araraquara_sp@ig.com.br e orkut zinhouirapuru01@gmail.com
O agrupamento “A.R.E.I.A.” é formado atualmente pelo Presidente José Aparecido Pessetti, o “Zinho Estação Uirapuru” e  pelos diretores: vice-presidente Tarcílio de Souza; Primeiro Secretário Walter Silva Fraga; Segundo Secretário Ademar H. Pinha; Primeiro Tesoureiro Johnny Carlos da Silva; Segunda Tesoureira Janaina dos Santos Pessetti; Diretor social Celso Nogueira de Oliveira e  Presidente do Conselho Fiscal Ricardo dos Santos Pessetti.

MEMBROS
Roselaine Aparecida Gomes, Regiane Cristina Gomes, Carlos H. de Abreu, Euclides Gomes e Luzia dos Santos Pessetti. Todos têm por objetivo trabalhar por Araraquara e região, bem como por todo o Brasil na busca de crianças e pessoas desaparecidas.
 

ENDEREÇO DA “ONG. A.R.E.I.A.”
O endereço da sede da “ONG. A.R.E.I.A.” é: Av. Arlindo Miguel n°. 84 – bairro Adalberto Roxo II  CEP 14.806 750 Araraquara SP.


PARCERIAS DO “A.R.E.I.A.”
Trabalham em parceria, no apoio e divulgação dos retratos dos desaparecidos: -“Governo Popular de Araraquara-Desenvolvimento Para Todos”; “Câmara Municipal”; “CTA”; ”CONSEG-Conselho Comunitário de Segurança Municipal”; “Conselho Tutelar”;”Juizado de Menores”; “Polícias Civil e Militar”; ”Guarda Municipal”; ”Defesa Civil”; “Polícia Civil de Minas Gerais”; “TV BAND – Programa Exija Seus Direitos; de Manaus”; “REDESAP (DF); “Cláudio Lara Ruiz: Repórter Fotográfico e Rádioamador indicativo: PU2PPK ; e na Faixa do Cidadão (PX) – PX2Y5845; “SOS Crianças Desaparecidas (FIA RJ)”;  e “ Associações Mães da Sé (SP)”.


Araraquara está unida e solidária para ajudar a reencontrar pessoas e crianças desaparecidas. Você é peça fundamental para que nossa campanha. Em parcerias, tenha sucesso! Ajude-nos a reencontrá-los!
Esta saudade pode ter fim. Suas informações podem trazer de volta uma criança desaparecida. Disque 100 ou 08002828197 ou 08009905000/(11) 3337-3331/ (21) 2286-8337/ (61) 3429-3225/ (16) 3324-2270/3324-0851 / 9265-7211.

Com a ajuda de todos, o Agrupamento “A.R.E.I.A.” já localizou 2.850 pessoas. Venha você fazer parte de nossa família (ajudando).
Texto: Participação Cláudio Lara Ruiz , registro “FENAJ” MS: 10546.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Relatório da FCC para 5 Mhz.

No mês passado (este no mês de novembro de 2011), a FCC divulgou um Relatório e Ordem (R & O) detalhando novas regras para a 5 MHz (60 metros) da banda de rádio amador. Estas regras não têm sido publicadas no Federal Register . Para ser oficial, as regras devem ser publicadas no Diário Oficial da União e entrará em vigor 30 dias após a data de publicação.
A R & O traz consigo uma série de mudanças por 60 operadores metros. . .
  • A freqüência 5368,0 kHz (frequência portadora 5366,5 kHz) é retirada e uma nova freqüência de 5358,5 kHz (freqüência portadora 5357,0 kHz) está autorizado.
  • O limite de radiação de energia na banda de 60 metros é levantada por 3 dB, de 50 W PEP para 100 W PEP, em relação a um dipolo de meia onda. Se outro tipo de antena é utilizado, a licença da estação deve manter um registro de qualquer um do fabricante da antena de dados sobre o ganho da antena ou cálculo do ganho da antena.
  • Três tipos de emissões adicionais são autorizados. Dados (emissão designador 2K80J2D, por exemplo, PACTOR-III), RTTY (emissão designador 60H0J2B, por exemplo, PSK31) e CW (150HA1A, ou seja, a telegrafia Morse por meio de on-off keying). Para CW, a freqüência da portadora deve ser definida como a freqüência central. Para dados e RTTY o dever de transmitir "apenas nos cinco frequências centrais especificada" pode ser satisfeita usando a mesma prática como no USB, ou seja, definindo a freqüência de portadora suprimida do transmissor USB usado para gerar a emissão J2D ou J2B ao freqüência de portadora que é de 1,5 kHz abaixo da freqüência central.
Considerando o aumento esperado de 60 metros, quando a atividade de P & O, finalmente, produzir efeitos, a ARRL é pedir feedback para ajudar na elaboração de um plano de banda proposto. Por exemplo, que os modos e as atividades devem ser recomendados para os vários canais?
Se você é um operador de 60 metros, e-mail as suas sugestões para hf-band-plan@arrl.org . Você também pode participar de uma pesquisa on-line aqui .



FONTE - ARRL. 20/12/2011. Relatório da FCC para 5 Mhz.. Online. Disponível em http://www.arrl.org/news/arrl-requests-feedback-for-60-meter-band-plan . Capturado em 13/01/2012. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Hackers tem plano de colocar satélites espaciais para combater a Censura


Levando em consideração que para se colocar um satélite em órbita gasta -se milhões a campanha para tal feito deve ser das mesmas proporções. No que tange a tecnologia isto será bem mais fácil, isso porque os participantes envolvidos de forma direta não são amadores ou meros futucadores. 

O esquema foi descrito na Chaos Communication Congress, em Berlim.
Os organizadores do projeto disseram que a grade Hacker Space global também irá envolver o desenvolvimento de uma rede de estações terrestres para rastrear e se comunicar com os satélites.
Longo prazo, eles esperam ajudar a colocar um astronauta amador na lua.
Hobbyists já colocou alguns satélites em órbita pequenos - geralmente apenas por breves períodos de tempo - mas os dispositivos de monitoramento mostraram-se difícil para projetos de baixo orçamento.
O hacker ativista Nick Farr primeiro posto para fora chamadas para as pessoas a contribuir para o projeto em agosto. Ele disse que a crescente ameaça de censura à Internet motivou o projeto.
"O primeiro objetivo é uma internet sem censura no espaço. Vamos dar a internet fora do controle de entidades terrestre," Mr Farr disse.
Ele citou a proposta Parar pirataria online Act (Sopa) nos Estados Unidos como um exemplo do tipo de ameaça que enfrenta a liberdade online. Se aprovada, a lei permitiria a alguns sites a serem bloqueados por motivos de direitos autorais.

50 anos após a primeira missão da Rússia pilotados, hackers planeja
enviar seu próprio povo para além da órbita 

Além de balões
Embora as missões espaciais têm sido as prerrogativas das agências nacionais e grandes empresas, entusiastas amadores lançaram objetos no céu.
Balões de alta altitude também têm sido usadas para colocar câmeras e outros equipamentos em que é chamado de "espaço próximo". Os balões pode durar um longo período de tempo - mas não são adequados para satélites.
O satélite de rádio amador Arissat-1 foi implantado em órbita baixa da Terra no ano passado através de uma caminhada espacial de dois cosmonautas russos da Estação Espacial Internacional como parte de um projeto educacional.
Estudantes e acadêmicos também lançaram outros objetos pegando carona lança foguete oficial.

Este [hackers] comunidade pode colocar a humanidade de volta no espaço de uma forma significativa "
Nick Farr Hacker Space projeto Global Grid

No entanto, estes dispositivos têm muitas vezes provou difícil de localizar precisamente a partir do solo.
De acordo com Armin Bauer, um entusiasta de 26 anos de idade, de Stuttgart, que está trabalhando na grade Hackerspace global , isto é em grande parte devido à falta de financiamento.
"Os profissionais podem rastrear satélites de estações terrestres, mas normalmente eles não precisam, porque, se você pagar uma grande soma [de enviar o satélite até em um foguete], que colocá-lo em um lugar exato", disse o Sr. Bauer.
No longo prazo, um projeto mais amplo de hackers aeroespacial pretende colocar um astronauta amador na lua dentro dos próximos 23 anos.
"É muito ambicioso então dissemos, vamos tentar algo menor em primeiro lugar," Mr Bauer acrescentou.
 Mr Bauer diz que os satélites podem ajudar a fornecer comunicações
para ajudar a colocar um amador para o espaço.

Rede terrestre
A conferência de Berlim foi a última reunião realizada pelo Chaos Computer Club, uma década-velho grupo de hackers alemão que se mostrou influente não só para aqueles interessados ​​em explorar ou melhorar a segurança do computador, mas também para pessoas que gostam de mexer com hardware e software.
Quando o Sr. Farr pediu contribuições para Hacker Space, Bauer Sr. e outros decidiram concentrar-se no aspecto de infra-estrutura de comunicações do sistema.
Ele e seus colegas estão trabalhando em sua parte do projeto juntamente com Constellation, uma iniciativa de investigação existentes Aeroespacial Alemão, que consiste principalmente de projetos de estudantes interligadas.
No espírito open-source de Hacker Space, Bauer Sr. e alguns amigos vieram com a idéia de uma rede distribuída de estações de baixo custo, alegando que pode ser comprado ou construído por indivíduos.
Usados ​​em conjunto em uma rede global, estas estações seriam capazes de identificar os satélites a qualquer momento, ao mesmo tempo, tornando mais fácil e mais confiável para movimento rápido satélites para enviar dados de volta à Terra.
"É uma espécie de GPS reverso," Mr Bauer disse.
"O GPS utiliza satélites para calcular onde estamos, e isso diz-nos onde estão os satélites. Gostaríamos de usar coordenadas GPS, mas também aperfeiçoá-los usando pontos fixos em locais precisamente conhecido."
Mr Bauer disse que a equipe teria três estações terrestres protótipo em vigor no primeiro semestre de 2012, e esperava para dar de presente alguns modelos de trabalho na próxima Chaos Communication Congress no período de um ano.
Eles também vendem os dispositivos em uma base não lucrativa.
"Estamos a apontar para 100 euros (£ 84) por estação de solo. Essa é a quantidade de pessoas nos dizem que estariam dispostos a gastar", Mr Bauer acrescentou.

Complicações
Especialistas dizem que o projeto do satélite é viável, mas poderia ser restringido por limitações técnicas.
"Os satélites de órbita terrestre baixa, como foram lançados por amadores, até agora, não fique em um único lugar, mas sim órbita, geralmente a cada 90 minutos", disse o professor Alan Woodward do departamento de computação da Universidade de Surrey.

Qualquer país pode tomar a lei nas suas próprias mãos e desativar os satélites "
Prof Alan WoodwardSurrey University

"Isso não quer dizer que não pode ser usado para comunicações, mas, obviamente, apenas para os períodos relativamente breves que estão na sua opinião. É difícil ver como tais satélites poderia ser usado como uma grade de comunicação viável a não ser em rajadas, mesmo se havia um número significativo em sua constelação. "
Este problema poderia ser evitado se os hackers conseguiram colocar seus satélites em órbitas geoestacionárias acima do equador. Isso permitiria que eles para combinar com o movimento da Terra e parece estar imóvel quando vista do chão. No entanto, isso seria um problema diferente.
"Isso significa que eles estão tão longe da terra que há um atraso considerável em qualquer sinal, o que pode interferir com aplicações de Internet certo", disse Woodward Prof.
"Há também uma dimensão interessante legal em que o espaço não é governada pelos países sobre os quais ele flutua. Então, teoricamente, poderia ser um lugar para a comunicação ilegal de prosperar. No entanto, o corolário é que qualquer país poderia tomar a lei nas suas próprias mãos e desativar os satélites. "


Necessidade de conhecimento
Além do esquema de estação terrestre, outros aspectos do projeto Hacker Space que estão sendo trabalhados incluem o desenvolvimento de novos componentes eletrônicos que podem sobreviver no espaço, e os veículos de lançamento, que podem levá-los lá em primeiro lugar.

 Até agora o lançamento de satélites de comunicações provou
ser demasiado caro para grupos amadores.

Segundo o Sr. Farr, o "único motivo" da Rede Global de Hackerspace é o conhecimento.
Ele disse que muitos participantes estão frustrados que nenhuma pessoa foi enviada passado órbita baixa da Terra desde a missão Apollo 17 em 1972.
"Isso [hackers] comunidade pode colocar a humanidade de volta no espaço de uma forma significativa", disse Farr.
"O objetivo é voltar para onde estávamos na década de 1970. Hackers acham ofensivo que tivemos a tecnologia desde antes de muitos de nós nasceram e não fomos para trás."
Perguntado se alguns podem ver as implicações de segurança negativas na idéia de estabelecer uma presença hacker no espaço, Farr afirmou que a única desvantagem seria que "as pessoas não podem ser capazes de censurar a sua internet”.
"Hackers estão sobre a informação aberta", acrescentou Farr."Acreditamos que a comunicação é um direito humano."




FONTE - SITE BBC. Hackers tem plano de colocar satélites espaciais para combater a Censura. 04/01/2012. Online. Disponível em http://www.bbc.co.uk/news/technology-16367042. Capturado em 12/01/2012.