domingo, 18 de setembro de 2011

Satélite para Radioamador


O que são Satélites

Satélite é um veículo espacial, tripulado ou não, colocado em órbita de um planeta, para ser  utilizado na pesquisa científica e nas telecomunicações em geral, como na retransmissão de sinais de rádio digitais e voz.
Os satélites estudados, desenvolvidos e construídos por organismos tecnológicos e científicos internacionais criados e mantidos por Radioamadores, são uma parte essencial do Serviço de Satélites de Radioamadores (tal qual é definido e reconhecido pela UIT e pelas administrações de radiocomunicações dos estados membros das Nações Unidas).
As comunicações aeroespaciais é uma das áreas com mais futuro na exploração do espaço e das radiocomunicações. É a modalidade de Radioamadorismo que menos tem sido praticada e desenvolvida ao redor do mundo pelos  Radioamadores, porque no geral, as pessoas com menos qualificação tecnológica consideram que as comunicações de rádio se fazem nas freqüências abaixo de 30 MHz. O que gerou uma crença (errada) de que, explorar satélites de Radioamador, é uma operação complexa em termos de meios e de conhecimentos radioelétricos, o que não é necessariamente verdade.
Existem satélites que podem ser operados sem ter de se estudar a sua exploração durante meses a fio, e muito menos, sem ter de se dispor de sofisticados equipamentos de rádio e antenas.
É muito provável que na sua maioria, em cada uma das atuais estações de Radioamador, possam existir equipamentos e meios técnicos suficientes para se operar um satélite de Radioamador, de forma que qualquer um possa iniciar neste interessante campo das comunicações aeroespaciais.


Este documento contém um conjunto de questões e respostas suscetíveis para ajudar a elucidar  para qualquer Radioamador de como se deve proceder para se equipar e explorar as comunicações através de satélites. O objetivo da AMSAT-CT é proporcionar a difusão e tradução para o mundo português, através da adaptação de diversos documentos originais criados em todo o mundo pela estrutura da AMSAT Amateur Radio Satellite Corporation da qual a AMRAD é através da secção AMSAT-CT a delegação portuguesa, criando um espaço associativo a partir da qual teremos melhores possibilidades de partilhar tecnologias essenciais à exploração destes e outros domínios espaciais e científicos.

1. Afinal o que é um Satélite?
Um satélite artificial é um sistema que órbita em torno do nosso planeta, com uma altitude e velocidade constante. Geralmente os satélites estão equipados com meios radioelétricos e são dotados de energia, dispondo ou não, de um sistema de controle remoto. O satélite artificial é um equipamento modular integrado, que voa no espaço exterior da Terra. O conceito do satélite artificial enquanto veículo espacial e suporte de uma estrutura receptora e emissora foram desenvolvidos por Artur C. Clark, um radioamador britânico. A sua aplicação torna-se realidade quando Sergei Koreleve em 1957 faz o lançamento para o espaço do Sputnik-1, um satélite composto por um pequeno emissor de rádio. Em Dezembro de 1961, quatro anos depois, é lançado no espaço o OSCAR-1, que se torna no primeiro satélite de Radioamador. Existem satélites que cumprem todas as aplicações necessárias do ponto de vista técnico e científico, e que podem ou não, ser repetidores, geradores e transdutores de informação diversa, mas onde toda a informação tem de ser gerada e processada eletronicamente através das comunicações por meios de Rádio.



2. Como funciona um Satélite?
Na mais corrente das aplicações, quando se emitem sinais na direção de um satélite, estes sinais são recebidos pelo receptor do satélite que os amplifica, converte espectralmente, podendo demodular ou processar, quer comandos, quer os sinais terrestres, que os reenvia através da cadeia emissora do satélite, como sinais destinados a todas as estações que operarem no mesmo espectro radioelétrico do satélite. Na mesma ocasião, em qualquer lugar do mundo que esteja situado no horizonte artificial do satélite, outro Radioamador ou utilizador, pode receber os sinais de rádio e responder aos chamados. É assim que se processa uma retransmissão aeroespacial, ou como em síntese, pode funcionar um satélite por mais elementar que seja ele.

3. Como se movimentam os satélites através do espaço exterior da Terra?
Os satélites disponíveis, através dos quais podemos ensaiar as comunicações efetuadas pelo Serviço de Satélite de Radioamador, dispõem basicamente de dois tipos de órbitas terrestres: a circular e a elíptica.
A órbita circular é efetuada pelos satélites que órbita a Terra de forma circular, ou seja, aqueles que mais ou menos conseguem manter a mesma distância em relação à Terra, entre os pólos e o equador, com movimento e altitude orbital constantes em relação à superfície terrestre. Esta é a mais comum e conhecida das órbitas.
Os satélites que efetuam órbitas elípticas têm uma característica peculiar porque permanecem a orbitar mais tempo sobre a mesma localização terrestre, focando o mesmo horizonte artificial durante várias horas ou dias, pelo fato das suas órbitas serem bastante mais extensas e longínquas da Terra, quer a partir dos pólos, quer do equador. Existe um terceiro tipo de órbita, que é denominada por geo-estacionária, em virtude de o satélite acompanhar o movimento de rotação e permanecer focado no mesmo horizonte terrestre.

4. Qual é a cobertura terrestre de um satélite?
Tal como os  repetidores de rádio instalados no alto de uma montanha  e que dispõem de uma maior cobertura em relação ao horizonte e curvatura da crosta terrestre, também os satélites dispõem de horizonte artificial que lhes permite grandes áreas de cobertura na chamada linha de vista radioelétrica. Os satélites de órbita polar baixa encontram-se orbitando a Terra a partir de altitudes variáveis e que geralmente começam em torno dos 300 km e podem ultrapassar os 2000 km de altitude em relação aos pólos. Com esta posição orbital, o satélite dispõe de um horizonte artificial onde é visto, e ilumina em termos radioelétricos, a mesma área continental que pode ir de Portugal à América, ou cobrir uma substancial parte da Europa e da África.
Há quem denomine esta zona iluminada ou cobertura do campo radioelétrico do satélite, por zona de sombra ou foot print. Será mais adequado chamar-lhe horizonte artificial do satélite, que é a área onde qualquer estação terrena pode emitir e receber sinais de um satélite em termos de rádio-visibilidade. Todas as estações que simultaneamente se encontram dentro do horizonte artificial do satélite podem contactar entre si através da retransmissão feita a partir do próprio satélite. Nas condições orbitais dos satélites polares de baixa altitude, a duração do período de retransmissão depende da janela do satélite, que é o tempo da passagem do satélite dentro do referido horizonte artificial, sendo a velocidade constante em relação à superfície terrestre. O horizonte é maior quanto mais elevada for a órbita polar. Nos satélites tudo tende a ser constante no espaço, incluindo a velocidade que é cerca de 35.000 km/h.


5. Quantas vezes um satélite polar pode passar sobre a mesma localização?
Qualquer satélite de órbita polar baixa, dentro de um período de 24 horas, passa pelo mesmo lugar cerca de 2 a 6 vezes, sendo a orientação magnética dessas passagens invertida, em virtude do movimento da rotação da Terra, dado que o sentido orbital do satélite é constante. Em algumas regiões próximas ao eixo polar os satélites tendem a passar até 9 vezes durante o dia.
O tempo de duração de cada uma das passagens depende da verticalidade da órbita em relação à localização terrestre da estação, que pode em condições médias, oferecer passagens de 10 a 18 minutos cada uma delas, dependendo da altitude da órbita. No geral, podemos utilizar um satélite polar de órbita baixa durante mais de 1 hora num dia de atividade normal. No presente, o Serviço de Satélite de Radioamador dispõe de mais de 20 satélites em operação que nestas condições, nos facultam mais de 15 horas diárias de consecutiva operação, feita por satélites e por serviços diversos.

6. Qual a razão da nova geração de satélites ser de órbita elíptica?
As facilidades presentes que nos são conferidas pelas tecnologias de utilização dos satélites de órbita elíptica, oferecem outras características e potencialidades de exploração. Os satélites de órbita elíptica dispõem de dois pontos determinantes: durante o perigeu, eles oferecem as passagens mais próximas da Terra, e durante o apogeu, permitem tempos de acessos maiores, em virtude das passagens serem as mais distantes da Terra. A maior facilidade que resulta deste modelo de órbita, é o fato de que durante o apogeu, o satélite ter um horizonte artificial máximo sobre a superfície terrestre, dado que estas distâncias ultrapassam os 45.000 km. Por conseqüência, o tempo na duração do horizonte artificial, pode ser superior a 10 horas de rádio-visibilidade, sobre a mesma localização terrestre.Tecnicamente, os satélites de órbita elíptica podem ser equivalentes à criação artificial de qualquer uma das faixas de ondas-curtas. A maior diferença para o operador de satélites, centra-se no fato de ser quase imperceptível o efeito de Doppler, porque este efeito ocorre de forma muito acentuada, durante as passagens dos satélites de órbita polar baixa.
O efeito de Doppler resulta de efeitos da física, produzidas pela velocidade elevada e constante a que o satélite é sujeito durante a sua rotação orbital. É um fenômeno de efeitos radioelétricos pela variação positiva e negativa das freqüências portadoras, que ocorre em ambos os sentidos, dos sistemas emissor e receptor do satélite e da estação terrena. Uma compensação (manual ou automática) é essencial, para uma correta sintonia de ambos os sistemas situados dentro do cone de passagem radioelétrico do satélite, em relação ao ponto vertical relativo com a posição terrena da outra estação.
É baseado neste fenômeno físico que hoje funcionam os sistemas GPS, cuja primeira aplicação foi efetuada através do satélite de Radioamador da AMSAT, o OSCAR 6 durante o ano de 1973. Só depois da descoberta desta aplicação, se passaram a desenvolver comercialmente qualquer um dos atuais sistemas de posicionamento global por satélite.

7. A localização orbital do satélite. Quando é que ele passa sobre a minha posição terrestre?
A previsão das órbitas dos satélites foi no início da exploração espacial e até aos anos de 1975 um verdadeiro quebra cabeças. Já foi o tempo da réguas de cálculo (ponta do lápis), então denominada por OSCAR LOCATOR. Mesmo assim, só depois de 1985 as coisas se tornaram mais simples com a utilização de máquinas de calcular e da computação simples do XT. Hoje, qualquer computador pode-se instalar um software de cálculo, ou rastreador de satélites com mapas e previsões referentes às órbitas de um satélite, incluindo o comando automático de rotores e correções de efeito de Dopller.
Entre os mais populares e acessíveis software recomendamos o Orbitron. Ele produz imagens gráficas a cores, fornece dados importantes sobre a passagem vertical, a aproximação e o afastamento da satélite, distância, velocidade, altitude, a elevação e o azimute, ou a posição vertical do satélite selecionando, em qualquer parte da sua órbita. Com a instalação de alguns drivers, ele pode efetuar o comando automático dos rotores e fazer a correção de efeito de Doppler, bem como a sintonia automática dos sistemas emissor e receptor.
Permite ainda a atualização dos dados Keplerianos pela Internet, o acerto das horas por ligação a relógio atômico. Permite visualizar o footprint de vários satélites em simultâneo e fazer a impressão das passagens de satélites em papel, para ocasiões em que o computador não pode ser utilizado.

8. Na passagem orbital de um satélite, existe uma melhor situação quanto ao ângulo de elevação?
A melhor situação na passagem de um satélite é a vertical com relação a estação terrena, o que raramente ocorre. Nestas condições, o ângulo de elevação terrestre em relação ao satélite é máximo, ou seja os 90º de elevação. O cone de aproximação na passagem vertical e afastamento são máximos, numa órbita vertical. Mas esta condição não significa que seja a melhor, pois qualquer órbita pode ser boa, desde que seja superior ao horizonte artificial de 2º a 4º e seja uma passagem sobre uma localização sem obstáculos em temos de horizonte, ou seja, sem montanhas e sem prédios ao redor da estação terrena.

9. Qual a entidade que faculta as informações sobre os Dados de Kepler, essenciais aos cálculos orbitais?
A NORAD é a entidade que nos Estados Unidos da América do Norte, efetua o rastreio e as medições de todos os satélites em órbita no espaço exterior da Terra. São essas informações que nos são depois fornecidas através de Dados Keplerianos ou de Kepler.
Depois de receber estas informações através da AMSAT e dos seus organismos representantes, podemos instalar esses dados no software de cálculos orbitais os elementos neles contidos.
Estes elementos Keplerianos são editados em publicações especialaizadas, ou existem diretamente em bases de dados disponíveis na Internet. Eles estão disponíveis para a comunidade de Raioamadores, através da AMSAT e em dois formatos distintos: NASA ou 2Lines, e AMSAT. No geral, todos os programas de cálculo, conseguem processar ambas as versões de keps. Leia o artigo editado pela AMSAT-CT, denominado: DADOS KEPLERIANOS. Você pode fazer ainda o download dos elementos keplerianos no site www.celestrack.com.

10. Existem muitos satélites disponíveis para o Serviço de Radioamador?
Com o começo do novo milênio, estão disponíveis, no decurso dos anos de 2001 e 2002, mais de 20 satélites, todos eles pertencentes ao Serviço de Satélite de Radioamador.
Tendo ocorrido ainda um fenômeno único na história aeroespacial, que foi o ressurgimento em Junho de 2002, do satélite OSCAR-7, um satélite de radioamador tecnicamente dado como desaparecido em 1980, fazia mais de 21 anos. Atualmente o AO-7 é dos satélites mais procurados para a pratica de DX, ele completou 34 anos de atividades.

Satélites Operacionais




11. Que tipo de disciplinas ou que atividades se podem encontrar nos Satélites de Radioamador?
Ao longo dos anos, os radioamadores tecnicamente qualificados, e que em parceria com outros grupos de investigação e desenvolvimento, nomeadamente as universidades e forças de defesa, têm desenvolvido diferentes tipos de sistemas, incluindo satélites dedicados a áreas temáticas diversas. Designadamente para fins ambientais e educativos.
Ao contrário da visão consumista, que certas indústrias e comércio de materiais de rádio quiseram transmitir junto aos cidadãos comum informações do Serviço de Radioamador com o intuito de venderem seus equipamentos. Em nada funcionou. Tanto que a história e os imperativos suscitados pelas culturas civilizacionais exigem de todos nós, incluindo os Radioamadores e as comunidades científicas e tecnológicas, uma atitude construtiva e de serviço público, sustentados por organismos sérios e dedicados, que tem por prioridade, a educação, as culturas de saber e do conhecimento, o desenvolvimento humano global, em absoluta liberdade e respeito pelos direitos e deveres comuns das sociedades e das nações. Uma atitude de clara consciência, uma prioridade sobre o lúdico, desportista e consumista.
Nestes termos, tem sido a NASA, a ESA e a Agência Espacial Russa que ao lado de escassos governos de outros estados membros das Nações Unidas, tem ajudado a comunidade dos radioamadores a estudar e a desenvolver, construindo e colocando em órbita da Terra inúmeros satélites para radioamadores. Para o novo milênio e para este século XXI, estão disponíveis satélites através dos quais se podem operar todos os serviços ou modos de transmissão atualmente existentes. São mais os satélites disponíveis do que a qualificação técnica e a destreza operativa de qualquer um de nós individualmente, associada com o tempo livre de poder utilizá-los. Podemos operar satélites a partir da telegrafia manual, passando pela banda lateral única ou dupla, o rádio-teletipo, o SSTV, o FM, o FSK e todos os elaborados modos de transmissão digital e vetorial, que nos dão acesso à comunicação direta individual, à difusão geral, à tele detecção e controle remoto de sistemas. Preparam-se os radioamadores, através da AMSAT, para a navegação e para a viagem espacial. São estes grandes desafios tecnológicos do futuro e da humanidade.

12. É fácil operar através de um desses Satélites de Radioamador?
A facilidade ou a complexidade na operação de um satélite de radioamador, depende obviamente das características técnicas do satélite selecionado. Podemos dividir os satélites por serviços analógicos e digitais, em quatro grupos essenciais, são eles:

a) Satélites de órbita polar de baixa altitude, dedicados a serviços analógicos.
Estes são, aparentemente, os satélites mais acessíveis e fáceis de operar. Compostos essencialmente por sistemas retransmissores, de banda estreita, e de banda larga. Os sistemas retransmissores de banda larga são denominados por transponders lineares, pois são sistemas lineares, que efetuam a transposição espectral de uma faixa com determinada largura de banda, para outro espectro ou segmento de banda. São sistemas que dispõem de uma largura de banda (no caso dos amadores) de 30, 50 ou 100 KHz. Nas aplicações comerciais eles atingem vários MHz de largura de banda. Nestas aplicações, um transponder linear ao invés de efetuar a retransmissão de um canal simples (tipo FM) ou de uma única transmissão, ele efetua a retransmissão integral de um espectro sem ser demodulado. Chama-se uma transposição em banda base nos casos em que o sinal é recebido por um receptor, tratado em nível de RF por um sistema de freqüência intermédia, é transposto para outro espectro e amplificado numa cadeia emissora de potência. Os sinais são compostos por múltiplos tipos de emissões diferentes e de banda estreita, do tipo USB, CW, RTTY, SSTV, FSK BPSK, PSK, onde se podem incluir emissões ou serviços analógicas e digitais de pequena ocupação espectral, entre 150 Hz e 3 KHz.
Os sistemas retransmissores de banda estreita são como repetidores de FM (F3E) ou NBFM.
Eles fazem a repetição de uma emissão em modulação de freqüência ou fase, são demodulados e retransmitidos através de um canal ou faixa de áudio, a ser de novo modulada na freqüência que se desejar retransmitir, tal qual é feito em repetidores terrestre.
Estes satélites são muito populares entre os Radioamadores de menos recursos técnicos. São fáceis de operar e podem até ser compostos por mais de um receptor de FM, cujos sinais de áudio, uma vez demodulados, são misturados ou selecionados à entrada do modulador comum de um único emissor destinado ao downlink ou ligação de descida do satélite. A ocupação espectral recomendada para este tipo de satélites é de cerca de 5KHz a 12,5 KHz, poucos são os sistemas modernos que ocupam 25 KHz.

b) Satélites de órbita polar de baixa altitude, dedicados a serviços digitais.
Estes são os satélites de órbita circular polar que operam principalmente packet nas suas diversas modalidades. São o equivalente terrestre a uma BBS de packet. Nesta ocasião, estão operativos mais do que 10 satélites deste tipo. Entre estes, contam-se os satélites tradicionais a operarem a 1200 bps, vulgarmente conhecidos por pacsats.
Existem ainda os satélites que também fazem serviço de BBS, mas trabalham com velocidades de 9600 bps. Estes satélites foram equipados com sistemas de teledeteção, incluindo câmaras e sistemas de fotografia, que transmitem para a Terra imagens na forma digital.

c) Satélites de grande altitude e órbita elíptica, dedicados a serviços analógicos e digitais.
Estes são, conforme referimos os satélites que melhor nos permitem efetuar comunicações entre múltiplos continentes. As comunicações intercontinentais, tal qual se fazem nas faixas de ondas-curtas. Nestes satélites utilizam-se todos os serviços de banda estreita, como serviços analógicos ou digitais.
Os requisitos técnicos são mais elaborados, nomeadamente os ganhos de conjunto das antenas, pois as quantidades de energias radioelétrica em jogo e necessárias para cobrir tão grandes distâncias, são substancialmente menores. Aqui se utiliza as melhores aplicações, as melhores e mais adequadas instalações, os menores fatores de ruído térmico de uma instalação, quer seja de um receptor, de uma antena ou conjunto de antenas.
Estes são os satélites da Fase 3 que entre eles se destacou o OSCAR 10, e depois deste, o satélite da Fase 3-D, o AO-40 ou OSCAR 40.
d) Estações orbitais ou satélites tripulados.
Por último, as naves espaciais tripuladas: é o caso de sucesso da Estação Espacial Russa – MIR, a quem prestamos a nossa homenagem, pela forma inteligente, como foi explorada em termos culturais pela Agência Espacial Russa, num claro exemplo de múltiplas parcerias e adequadas partilhas culturais e científicas. Onde os Radioamadores se viram naturalmente envolvidos durante muitos anos.
A prosseguir o mesmo espírito de vanguarda, temos hoje a ISS e a ARISS – Amateur Radio on International Space Station, tal qual o projeto SAREX e a participação dos Radioamadores em inúmeras missões STS a bordo do Space Shuttle americano.
Todas estas aeronaves têm instalados à bordo equipamentos diversos de radiocomunicações nas faixas de HF, VHF e UHF, meios dedicados ao serviço de radioamador e com os quais se partilham imensas experiências em diversos campos científicos, tecnológicos, culturais, educativos e humanitários.
Atualmente a ISS está operacional nas faixas de radioamador, através dos esforços e gestão da ARISS, um esforço institucional, a partir da qual é possível contatar para fins culturais e educativos, os astronautas e cosmonautas que nela habitam e trabalham, através de radiocomunicações diretas, efetuadas por diferentes serviços ou modos analógicos e digitais.

13. Quais são afinal, os modos ou serviços disponíveis nos diversos satélites?
O termo modo é tido no Serviço de Satélite de Radioamador como a banda ou faixa de freqüências que se utilizam. O modo não é mais do que o tipo de emissão e recepção, que se pode emitir ou receber de qualquer satélite de radioamador.
São diversos os tipos de emissão e recepção que podem ser enviados ou recebidos por um satélite. Pode, no entanto parecer complexa a descrição de cada um dos serviços, vulgarmente usados nestes campos da experimentação das ciências radioelétricas.
Num satélite, o modo significa a identificação da banda que posso utilizar para operar através do satélite, ou seja, que banda se utiliza na ligação de subida para o satélite ou uplink, a banda que se usa para emitir, ou a banda que utiliza na ligação de descida do satélite ou downlink, a banda onde se recebem os sinais do satélite através da estação terrena.
São os seguintes, os planos de banda ou modos convencionados, para o Serviço de Satélite de Amador:


Nos planos de Banda destinados aos satélites de radioamador, ocorrem denominações com 2 letras, tais como Modo JA ou Modo JD. Nestas situações, a forma de operação do satélite deve ser feita para o caso do Modo JA em modo J em serviço Analógico, e na situação referencia como Modo JD, opera-se no Modo J em serviço Digital.
Um determinado satélite opera em modo composto, como por exemplo Modo KA, isto significa que se pode operar um Uplink quer na banda dos 15 metros (21.2 MHz) quer na banda dos 2 metros (145 MHz), e que em ambas as ligações se faz o Downlink na banda dos 10 metros (29 MHz).

14. Qual é a potência de emissão requerida para uma Comunicação através de Satelites para Raioamador?
A operação através de um satélite não requer especificamente o emprego de potências elevadas, apenas a necessária. Porquanto o emprego de sistemas lineares de transposição de freqüência ou transponders são fortemente afetados pelo emprego de sinais fortes, que descriminam as estações com baixas potências, saturando os sistemas de saída da cadeia emissora do satélite e reduzindo substancialmente a potência do emissor no Downlink. Este é um sintoma evidente de que o PA do satélite é protegido pelo seu sistema de ALC.
Quando se utilizam sistemas de antenas do tipo YAGI-UDA ou outras antenas direcionais, não se aconselha a utilizar potências de emissão superiores a 30W, no máximo 50W.

15. Classificação dos Satélites:
O setor industrial da exploração comercial de satélites, está hoje mais dedicado à colocação de satélites no espaço em órbitas geo-estacionários, e com massas úteis que podem variar entre 1000 Kg e mais de 5 toneladas onde se podem incluir as estações orbitais tripuladas.
Em seguida veremos o que significa o termo de pequeno satélite, e que utilidades se podem conferir à exploração espacial.
Em muitas outras aplicações, que aliás, estão na origem da própria exploração espacial, surgem a construção e o lançamento pelos russos e americanos, dos primeiros satélites como foram o Sputnik, o Explorer e o Vanguard entre os anos de 1957 e 1961. Nesta busca incesante de saber e conhecimentos, estão desde o inicio da Historia Aeroespacial os Radioamadores.
As evoluções das engenharias aeroespacial e eletrônica têm permitido potenciar e explorar tecnologias alternativas, que permitiram entre outras, reduzirem substancialmente o tamanho e aumentar a eficiência dos satélites. Estas condições permitem reduzir o tamanho dos satélites de tal forma que são hoje classificados da seguinte forma:


Na tabela acima, são conhecidos e utilizados imensos termos na classificação e definição dos satélites, entre os quais referimos: Cheapsat e os SmallSat que incorporam os MicroSat, MiniSat, NanoSat, e ainda os PicoSat e FemtoSat, Cubesats, sendo provável que outras classes de satélites venham a ser descobertas e aplicadas.
Todas estas terminologias representam claros conceitos técnicos que são objetivos, e filosofias de utilização dos próprios satélites, que estão inseridas em programas de aplicação entre os pequenos e os grandes satélites.
Algumas entidades designam no seu conjunto como LightSats, os satélites que se inserem nos sistemas de satélites baratos (single purpose inexpensive satellite systems), onde se incluem alguns satélites do serviço de radioamador e satélites militares tácticos. O conceito do pequeno satélite ou SmallSat surge assim por duas vias: 1) a possibilidade da miniaturização do próprio satélite e 2) a possibilidade de o lançar no espaço a partir de pequenos foguetes lançadores. Estes dois fatores conjugam-se num novo conceito industrial de: rápido para construir, pequeno em tamanho e consumo de energia, mais barato na construção e lançamento.
Não só nos satélites, bem como em muitas outras aplicações aeroespaciais utilizadas no voo interior e exterior da Terra, os satélites artificiais inventados pelo radioamador britânico Sir Arthur C. Clark são uma realidade estrutural. São parte corrente e estratégica os pequenos satélites, porque nos permitiram reduzir os custos industriais de construção e lançamento, de tempo de montagem e escala de desenvolvimento.
A tecnologia utilizada nos satélites pequenos, possibilitam outras aplicações como a simulação de satélites através do voo passivo de balões na alta atmosfera terrestre, ou em aeronaves elétricas controladas remotamente nos voos atmosféricos acima dos 10.000 metros de altitude, num espaço onde os aviões convencionais já não podem voar. Tudo isto nos permite desenvolver aplicações novas e conhecimentos suscetíveis para alcançarmos a moderna exploração do espaço, facilitando o desenvolvimento tecnológico terrestre, com maior rapidez e rotação na renovação dos sistemas e utilizações, que permitem novas soluções, melhorias e inovações constantes.
Neste domínio os radioamadores integrados na AMSAT e nas associações confederadas na IARU, tem dado importantes contribuições, em termos de exploração das comunicações aeroespaciais, com novas aplicações no desenvolvimento das múltiplas tecnologias utilizadas ao longo do vasto espectro radioelétrico, dedicado ao serviço de satélite para radioamadores.
A classificação universal de Small Satellite é utilizada para definir todas as aeronaves em órbita da Terra que possuam uma massa inferior a 500 Kg, entre as quais se incluem, na generalidade, um grande número dos satélites construídos e lançados no espaço por organismos de radioamadores, integrados e parceiros da AMSAT.
Esta inovação da tecnologia integrada permitiu a diversificação e criação de satélites entre os 100 e 200 kg, assim como mais oportunidades de desenvolvimento e criação de novos satélites. Além da criação dos chamados Cubesats, pequenos satélites com massa que variam de 1 a 3 Kg e medem entre 10X10X10 cm3 a 10X10X30 cm3.

16. Em que organizações eu devo me filiar, com o propósito de prosseguir, com orientação técnica e enquadramento federativo, as disciplinas e áreas temáticas do Serviço de Amador e Serviço de Satélite de Radioamador ?
No sentido geral, o Serviço de Radioamador atravessa uma grave crise de participação a nível mundial.
A industrialização e comercialização de equipamentos de rádio destinados a radioamadores, que ocorreu a partir de meados dos anos de 1970, facilitou o acesso massivo a centenas de milhares de pessoas. Na mesma proporção, e ao arrepio do crescimento e da estruturação, nem os governos, nem as associações confederadas na IARU, conseguiram enquadrar e gerir esta imensa massa humana. São hoje às centenas de milhares os radioamadores sem conhecimentos técnicos, que um pouco por todo o mundo, utilizam gratuita e impunemente, todos os meios retransmissores, os satélites e outras facilidades tecnológicas e estruturais, designadamente os serviços de Bureau e QSL da IARU, sem que contribuam financeiramente ou estejam sequer filiados e federados em nenhuma associação de radioamadores.
Parece-nos absolutamente estranho e uma falta de bom censo, esta atitude de desconhecimento e irresponsabilidade por parte dos radioamadores que assim procedem.
Tem sido investidas pela AMSAT e pelas mais empenhadas associações de radioamadores da Europa, da América e do resto do mundo, dezenas de milhões e milhões de dólares, algumas vezes apoiados e financiados por diversos governos e entidades privadas, sem que muitas centenas de milhares de radioamadores, utilizadores freqüentes destes meios técnicos se disponham a estar filiados e a contribuir, para tais desenvolvimentos. Aqui fica um apelo! Seja filiado numa associação local, regional ou nacional, confederada na IARU.
São as seguintes as organizações que os Radioamadores devem contactar:

Nos Estados Unidos da América do Norte:

Em Portugal:
AMSAT-CT: www.amrad.pt
Livrarias ou Editoras Técnicas:
• The Satellite Experimenters Handbook (ARRL)
• The ARRL Satellite Antology (ARRL)
• Having Fun Getting Started on the Oscar and Weather Satellites! (R. Myers Communications)
• The AMSAT Journal (AMSAT)
• Oscar Satellite Report (R. Myers Communications)
• Satellite Operator (R. Myers Communications)
• CQ Radio Amateur
• QST, World Radio (ARRL)
• Practical Wireless
• 73 Amateur Radio

________________________________________
A AMSAT deseja agradecer a cooperação da AMSAT-CT, pela edição deste artigo em português. Artigo adaptado do Português PT para o Português BR por Pirajá, PS8RF(AMSAT member)

sábado, 17 de setembro de 2011

Astronauta no Twitter direto do espaço

Nestas andanças pela internet consegui mais um Twitter de astronauta, este é do T.J. Creamer, KC5WKI.
Twitter,http://twitter.com/Astro_TJ

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Satélite desativado vai cair na terra na próxima semana.


A Agência Espacial Americana confirmou nesta sexta-feira (16) que um satélite desativado vai cair em algum lugar na Terra entre quinta-feira e sábado da semana que vem.
O satélite UARS, de pesquisas atmosféricas, foi lançado em 1991 com a ajuda do ônibus espacial Discovery. Em 2005, ele parou de funcionar e se juntou a milhares de pedaços de sucata espacial que vagam na órbita terrestre.
A maior parte do lixo espacial é formada por pequenas peças que medem poucos centímetros. Mas o satélite UARS é do tamanho de um ônibus e pesa 5,5 toneladas.
Normalmente, quando o lixo espacial reentra na atmosfera, o atrito com o ar é suficiente para incinerar tudo. Só que, desta vez, os técnicos da Nasa não tem certeza sobre o destino do satélite de pesquisas que está caindo. Eles não sabem nem se ele vai se desintegrar por completo e nem o lugar exato onde os possíveis pedaços poderão cair na Terra.
Os técnicos acreditam que partes com até 150kg de metal possam resistir à reentrada na atmosfera. Os destroços podem cair em uma faixa extensa do planeta , que inclui a América do Sul. Mas, pelo menos, a estatística está a favor de quem espera pela queda no planeta Terra.
As estações espaciais Skylab, em 1979, e a Mir, em 2001, muito maiores, despencaram longe de áreas habitadas. E a Nasa calcula que a probabilidade de um pedaço da UARS atingir alguém é de uma para 3,2 mil.




FONTE - http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/satelite-desativado-vai-cair-na-terra-na-proxima-semana.html

Concurso CQ SA SSB 2011



É um concurso onde todo mundo poderá trabalhar todo mundo, objetivando contato entre o máximo possível de radioamadores. Período de realização será de 15 a 16 de outubro de 2011; nas faixas de 10m, 15m, 20m, 40m, 80m e 160 metros. Exclusivamente em Fonia (SSB).


Maiores informações: Br contest
Créditos de PY3BEG.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

APRS com WOUXUN

Achei está matéria por acaso e com certeza será muito útil para os colegas que pretendem entrar neste mundo do APRS. Minha dica para saber mais é pesquisar na internet e falar com o Mauricio Beraldo - PY4MAB. Este exímio radioamador sabe muito bem sobre mais esta forma de se fazer radioamadorismo e o melhor de tudo, divide os seus conhecimentos com todos.

Em 2001, quando comecei a minha licença. Eu estava interessado em APRS, porque era algo que eu possa fazer com a minha nova licença. Eu fui tão longe como a criação de um digipeater a tempo parcial e, após apenas um par de meses, o digipeater desceu e perdeu o interesse em APRS, pois o custo de um receptor de GPS no momento (apesar de GPS não é um requisito para ouvir ou participar na rede APRS). 
receptores GPS são muito mais baratos em comparação com há 10 anos e tenho um Garmin GPS-V de idade em torno de mentir. Então eu percebi este seria o momento perfeito para voltar para APRS. Para aqueles que não sabem o que é APRS, É A UTOMATICO P acket RELATÓRIO S istema que é um sistema (Ham) Amadores base para comunicações em tempo real de informações usando um protocolo digital ( AX.25 ). Há muitas coisas que se pode fazer com APRS. Você pode enviar (Short) de texto E-mail, mensagens SMS, envio de dados meteorológicos (que usa o NWS) e quando ligado a um GPS, vai enviar os dados de posição. Eu não vou entrar em muitos detalhes, porque há sites que estão dedicados a APRS. 
vou estar fazendo algumas coisas com APRS. Uma coisa é que eu vou criar um iGate a tempo parcial (gateway internet) para fazer uso do scanner de freqüência e antena que não está sendo usado. Pacotes de informações recebidas a partir do scanner (ajustado para 144.39mhz) serão enviados através da internet utilizando a rede APRS-IS para que possa ser databased e exibidos em sites como o aprs.fi .
A outra coisa que eu quero fazer é o rastreamento de local. A fim de fazer acompanhamento que você vai precisar de 2 ou 3 coisas. Você vai precisar de um receptor GPS que tem uma saída para NMEA de dados, TNC (Terminal Node Connector) e um transceptor (VHF [144-148Mhz] é o mais utilizado). Como afirmado anteriormente, eu tenho um Garmin GPS-V em torno de mentir e eu também tenho um Kenwood TH-78A. Tudo o que está faltando é um TNC de pacotes. A TNC real pode custar US $ 100 + e precisa de um computador. No entanto, existem unidades projetado e construído para APRS que codificam os dados do GPS com o protocolo AX.25 e transmitir o sinal usando o transceptor. Eu comprei uma dessas unidades chamadas "TinyTrack3 +" de uma empresa chamada Byonics . É tão básico quanto ele ganha.Você pode comprá-lo como um kit ou montado, com ou sem um receptor GPS, com ou sem cabos para o seu transciver ou com ou sem cabos para vários modelos de GPS. Acabei indo com uma solda e montar seu kit de auto sem cabos extras, porque eu queria investir o mínimo de dinheiro nele possível.

Aqui está o kit como você iria buscá-la no correio. Ele vem com o componets, placa caso, e instruções.

Aqui é a placa soldada para cima. Eu usei um ferro de 35W tipo lápis de solda. Eu arquivei a ponta um pouco para garantir que os fluxos de solda na ponta. Demorou cerca de 1 / 2 a 3 / 4 de uma hora para solda. Se o seu novo para montagem de placas, eu iria para o Byonics site e baixar o manual porque o online. manual pdf cobrirá a montagem e tudo o mais em grande detalhe. Contanto que você siga as instruções passo a passo, ele vai sair grande. Para iniciantes certifique-se os diodos estão indo na direção certa, LEDs na direção certa e certifique-se o entalhe (entalhe pouco) está alinhada com a imagem da tela de seda.
Agora que a placa é feito, tempo para fazer alguns cabos! (Desde que eu não pedi nenhum)Aqui está o cabo todos reunidos! É um conector DB-9 (Radio Shack P / n:  276-1538 EUA $ 2,69), e cabos de alimentação Pos Neg com pólos Anderson poder anexado para que ele pudesse alimentado por muitas fontes diferentes (7-35VDC), microfone alto-falante Sacrificed do WOUXUN para o seu cabo, Núcleo de ferrite choke (Opcional, Radio Shack P / N: 273-105 ) eo DB-9 Case (Radio Shack P / n: 276-1539 EUA $ 2,09). I Got o esquema de ligações a partir do site Byonics e demorou cerca de 1 / 2 hora de fazer o que acabou me custando cerca de US $ 5 desde que eu já tinha o cabo, sufocam e conector de alimentação

Apenas um FYI, eu sacrifiquei um microfone alto-falante do meu WOUXUN. Power-Werx que distribui os produtos WOUXUN (assim como os pólos de poder), tem o cabo exatamente o mesmo para este pedido de venda em seu site. Eles também têm um similar, mas com umaficha de isqueiro (Tanto para os EUA US $ 20). Byonics também vende cabos para este e muitos rádios diferentes . Observe também que essa disposição WOUXUN microfone alto-falante é o mesmo para kenwood HT é!
Depois de montar o rastreador eo cabo. Aplique a energia da unidade, e esperemos que se trata de vida, a piscar o verde e amarelo LEDS três vezes. Única coisa que resta a fazer é programar o rastreador usando o computador. Neste ponto, pode ficar complicado. O TinyTrak3 precisa de um cabo de modem nulo (ou adaptador) para programá-lo e, possivelmente, um trocador de gênero. Descobri que eu não tinha um cabo de modem nulo, tudo o que tenho são retas por meio de cabos. Desde que eu não queria esperar de um adaptador que fiz uma das peças de computador antigas em torno de mentir minha casa

Aqui é o cabo que fiz a partir de peças de um velho 486 que eu tinha no sótão. Não é bonito ou suficientemente robusto para uso diário, mas uma vez que você programa o Tracker e estão satisfeitos com a operação, então você provavelmente não tem que programá-la novamente.

Aqui é a configuração completa. Agora eu tenho a unidade de execução fora de uma bateria de 9V. Também usei uma ficha de isqueiro com postes de energia conectado a ele. Dependendo de como você programou o tracker, Só vai enviar quando há dados de GPS. Há coisas ilimitadas você pode fazer com esta configuração. Para os membros SOTA ( Cúpulas On The Air ), Eles podem trazer esta junto com eles para que outros possam ver o seu progresso em sua caminhada. Se você está ajudando em um serviço público ou eventos públicos que os operadores de rádio amador está ajudando, você pode mostrar a sua localização para HQ, mesmo sem dizer-lhes. Isso torna as coisas muito mais fácil.

Aqui está a minha primeira faixa. Eu aprendi muito ao fazer isto. Descobri que minha mão no caminhão tem um tempo difícil a comunicação com o digipeaters na área. Eu poderia comprar um pequeno quarto "onda mag-mount ou um duplexador e mudar para a minha antena de banda dupla para quando eu estou correndo APRS no caminhão.
Modificações
Eu adicionei as coisas para o Tinytrak3 + que eu acho que vai torná-lo melhor para mim a correr. Se eu tivesse que ser realmente crítica sobre o tracker é que o DB-9 conectores não veio com parafusos de montagem. O primeiro teste com o meu caminhão o conector de força / rádio tornou-se solto e acabou perdendo poder para o tracker. Para corrigir isso eu saiu à procura de peças fora de um computador antigo.

Agora eu posso garantir tanto o poder e conexões GPS. Os parafusos saíram as portas LPT e acompanhar de uma placa mãe velha. Há uma pequena quantidade de espaço entre a placa traseira do conector ea placa. Então eu tive que aniquilam os parafusos e porcas para que não fosse tocar na placa.
Outra questão que poderá vir é quando estou portátil (a pé). Mais provável que a fonte de energia para o tracker para este fim será uma bateria de 9V. O rastreador com todos os LEDS corrida vai consumir cerca de 18.6ma o que significa que uma bateria de 9V (0,370 Ah avg) poderia durar cerca de 9-12 horas (60% descarregada). Se você desligar os LEDs, o consumo de energia é 6.6ma. Em uma bateria de 9V, o rastreador pode durar cerca de 30 horas. A + TinyTrak3 pode ser executado sem a LEDS cortando um chumbo (diz-lhe como nas direções).Se você usar um 9V de alta capacidade (Ah 0,580), sem LEDs poderia durar mais de 50 horas para que ele possa ser benéfico para cortar a liderança e adicionar um jumper. O lado ruim é que você não vai saber o estado do Tinytrak.

Então o que eu fiz é cortado o fio na placa e instalou uma ponte (mostrado na foto acima com o jumper azul). Quando saltou os LEDs estão operacionais. 
Também na foto estão duas pontes instalado (no lado esquerdo) para J5 jumpers (par fora) e J6 (dentro do par). Se J5 é saltou muda para o que foi programado no separador secundário no programa (Programa 2). Este seria um grande trabalho para um evento que necessário, quer chamar um diferente e / ou configurações diferentes. Após o evento, você pode voltar para as configurações primárias. Se é J6 saltou ele irá enviar um sinal para ligar o transceptor. Isso implicaria uma outra placa com um relé para colocar o poder no transceptor ou modificar o transceptor. Eu não planeja mexer com ele a qualquer momento em breve, mas desde que eu sou de solda em pontes jumper, porque não.
No geral foi uma construção muito grande e eu estou tendo uma explosão com APRS. Meus planos são para encontrar uma maneira de fazer tudo se encaixar em um belo pacote pequeno que eu poderia levar ao caminhar ou dirigir.
73 e obrigado pela leitura!
por  em Aug.14, 2011, sob APRS , Comunicação Digital , Projetos , VHF


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Nasa apresenta novo sistema de lançamento para levar homem a Marte.

O diretor da Nasa (agência espacial americana), Charles Bolden, apresentou nesta quarta-feira o novo sistema de lançamento espacial que permitirá a realização de voos tripulados além da órbita terrestre baixa, como os feitos até agora, e chegar em um futuro a Marte.
O sistema de lançamento espacial (SLS) foi projetado para levar o veículo de carga e tripulação Orion a novos destinos no espaço profundo, e servirá como apoio para as naves de transporte comercial que farão voos à Estação Espacial Internacional (ISS).
"Este novo sistema de lançamento criará novos postos de trabalho nos Estados Unidos e garantirá a liderança americana no espaço", afirmou Bolden em declarações à imprensa concedidas no Edifício Dirksen do Senado.
Desta forma, foram encerrados meses de revisões exaustivas de planos e projetos para que a Nasa contasse com um sistema de lançamento não só potente, mas versátil, que permitisse adaptações com novas tecnologias de acordo com suas necessidades.
O foguete será o mais potente desde a construção do Saturno V, também criado pelos EUA e que levou os astronautas do Apollo à Lua, e permitirá ao homem alcançar lugares inexplorados.
O aparelho terá uma capacidade inicial de 70 toneladas - que serão ampliadas a 130 - e utilizará hidrogênio e oxigênio líquidos como combustível.
Espera-se que possa realizar seu primeiro voo no final de 2017.
Este novo foguete será fundamental para a execução do plano traçado por Barack Obama e o Congresso sob o Nasa Authorization Act, lei que o presidente assinou no ano passado, indicou Bolden.
"Depois de resolvida a arquitetura do sistema de lançamento, a Nasa pode agora seguir adiante com a construção uma nova geração de veículos e de tecnologias necessárias para um ambicioso programa de missões tripuladas no espaço profundo", assinalou em comunicado John Holdren, assistente da Casa Branca para Ciência e Tecnologia.
No ano passado, Obama marcou as novas pautas da agência espacial americana com ênfase na retomada da prospecção e entre as novas metas apontou a viagem a um asteroide em torno do ano 2025 e a primeira missão tripulada a Marte, prevista para a década de 2030.

FONTE - www.efe.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alerta Santa Catarina


From: Anderson Collodel (48) 9963-2663 [mailto:collodel@gmail. com]
Sent: Thursday, September 08, 2011 7:51 PM
To: undisclosed- recipients:
Subject: ALERTA RENER
 

O caso é sério, e senão parar de chover vai piorar, prestem atenção!

Amigos Radioamadores,As repetidoras de Blumenau (147.390), Brusque (146.730) e Florianópolis(147.100) estão sendo utilizadas pela Defesa Civil e pela RENER para o tráfego de mensagens relativas à situação atual, naquelas localidades e região.A frequência de 7.055 MHz está RESERVADA para um possível back-up ou anecessidade de ativação de uma rede de apoio de maior porte.A Coordenação da RENER em Blumenau, os colegas GLENN- PP5FE e CLAUDIO-PP5CL estão abastecendo as Defesas Civis de Itajaí e de Florianópolis cominformações e dados relativos à medição dos níveis, pis com a abertura dascompotas dos reservatórios barragem Norte Ituporanga e Taió, é esperado umgrande volume de água em Blumenau nas primeiras horas da manhã destasexta-feira.Cerca de seis horas depois, esta cheia deverá atingir Itajaí. Ainda emItajaí e em Blumenu são previstas chuvas fortes e possíveis cheias.Assim, a Coordenação Estadual da RENER solicita a todos os radioamadores evoluntários (em especial os voluntários da RENER) que, se solicitados, possam contribuir e ajudar na manutenção do fluxo de comunicações e informações, assim como para suprir eventuais necessidades.Informo ainda que está sendo instalada uma repetidora em itajaí, que operaráem 147.390, pelo companheiro ROBERTO PP5PM, para uso da Defesa Civil.GLENN-PP5FE CLAUDIO-PP5CLLABRE-SC COORDENADORA ESTADUAL RENER